José Maria de Brito, sargento da expedição militar de 1888, narra a necessidade de ocupar a região de Foz do Iguaçu para assegurar a posse nacional. O relato, publicado em partes no jornal A Notícia em 1954, foi transformado em livro em 2005, contendo informações cruciais para a história local.
A Colônia Militar foi oficialmente fundada em julho de 1889, registrando 324 habitantes, a maioria paraguaios e argentinos. A área era considerada estratégica, com planos de desbravamento e progresso, embora essas iniciativas não tenham avançado como esperado.
O autor destaca que a ocupação da fronteira era uma preocupação constante para o Ministério da Guerra desde 1880, visando proteger o território brasileiro de possíveis invasões. A narrativa de Brito sobre a chegada dos militares foi registrada 48 anos após o evento.
O Museu da Imprensa preserva o acervo digital que documenta a trajetória de Foz do Iguaçu e suas fronteiras. O projeto, com apoio da Itaipu Binacional, reúne quase 20 mil páginas desde 1953, promovendo a valorização deste patrimônio histórico.