À medida que a fase de grupos da Copa do Mundo 2026 se aproxima do fim, as seleções participantes têm apresentado suas escolhas musicais durante as partidas. A FIFA criou uma trilha sonora que inclui músicas de diferentes partes do mundo, tocadas em momentos como a entrada em campo das equipes, após a marcação de gols e ao final das partidas para celebrar as vitórias.
Cada uma das 48 seleções teve a oportunidade de escolher até duas canções para marcar sua presença no Mundial. Essa iniciativa visa não apenas entreter, mas também celebrar a diversidade cultural dos países envolvidos. Para o Brasil, as músicas escolhidas são uma produção que visa também uma causa social, com os lucros sendo revertidos para o combate à fome e insegurança alimentar, em parceria com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Entre as músicas que representam o Brasil, destaca-se uma produção que envolve artistas como Papatinho, Ludmilla, João Gomes, Zeca Pagodinho, Samuel Rosa e Veigh, chamada "Bate no Peito". Os lucros da canção serão integralmente doados ao Instituto Fome de Música, que atua na doação de alimentos a comunidades em vulnerabilidade social.
A lista das músicas escolhidas pelos países para a Copa do Mundo 2026 é extensa e reflete a diversidade musical do mundo. A África do Sul optou por "This Is Bafan" de SHABZ, enquanto a Alemanha escolheu "Major Tom (Coming Home)" de Peter Schilling. Outras seleções, como a Arábia Saudita, apresentaram "Fo’ Ham El Sahab" de Mohamed Abdo, e a Argentina trouxe "EL MATADOR" de Onda Sabanera.
A Austrália e a Áustria representam o rock com as escolhas de "Thunderstruck" da banda AC/DC e "Maria (I Like It Loud)" do Scooter, respectivamente. O destaque também vai para a Bélgica com a música "Kiss The Grass (Allez Allez)" de Sylvie Kreusch & Roméo Elvis, e para a Bósnia e Herzegovina, que trouxe "Take Me To Americ" de Salvatore Ganacci.
Além do Brasil, outras seleções também escolheram canções que fazem parte da cultura musical de seus países, como o Japão com "Shori No Emi Wo Kimi T" de UKASUKA-G e a Colômbia, que apresentou "EL RITMO QUE NOS UNE" de Ryan Castro, SOG e Selección Colombia. A diversidade se estende por todas as seleções, que incluem músicas que variam do pop ao tradicional, mostrando a riqueza cultural que o torneio proporciona.