Mãe é detida por usar colher quente para queimar as mãos do filho como castigo

resolucao-fotos-site-2026-07-05t152044224006496480202607051523.png

Equipes foram acionadas para prestar apoio ao Conselho Tutelar após uma denúncia envolvendo a criança –

Uma mãe, de 25 anos, foi detida neste sábado (4) após queimar as mãos do próprio filho, de 10 anos, com uma colher quente, em Sooretama, no Espírito Santo. A mulher confessou ter provocado as lesões como forma de castigo. Ela foi encaminhada à delegacia, onde foi ouvida e liberada. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.

Segundo a Polícia Militar, equipes foram acionadas para prestar apoio ao Conselho Tutelar após uma denúncia envolvendo a criança. A ocorrência foi registrada na zona rural da localidade de Barra do Chumbado. As informações são da Banda B, parceira do Portal aRede.

Ao chegarem ao endereço, os policiais conversaram com uma conselheira tutelar, que confirmou o caso. Em seguida, a equipe constatou que o menino apresentava bolhas nas palmas das mãos e lesões compatíveis com queimaduras.

Durante o atendimento da ocorrência, a mãe admitiu aos policiais que utilizou uma colher quente para provocar as queimaduras nas mãos do filho. Segundo ela, a agressão teria sido uma punição porque a criança supostamente participou de um furto.

Após a confissão, a mulher foi encaminhada à 16ª Delegacia Regional para os procedimentos cabíveis.

A Polícia Civil informou que a suspeita foi ouvida e, em seguida, liberada. De acordo com a corporação, a autoridade policial entendeu que, naquele momento, não havia elementos suficientes para decretar a prisão em flagrante.

O caso continuará sendo investigado pela Delegacia de Polícia de Sooretama. A investigação busca esclarecer as circunstâncias da agressão da mãe, detida após usar uma colher quente para provocar queimaduras no filho.

RESUMO

Agressão e confissão: Uma mãe de 25 anos foi detida em Sooretama (ES) após confessar ter queimado as mãos do filho de 10 anos com uma colher quente, alegando que foi um castigo porque o menino teria participado de um furto.

Atendimento da ocorrência: A Polícia Militar e o Conselho Tutelar foram acionados na zona rural do município e constataram que a criança apresentava bolhas e lesões causadas pelas queimaduras.

Investigação e liberação: A mulher foi levada à delegacia, mas acabou liberada porque o delegado avaliou que não havia elementos para o flagrante; o caso segue sob investigação da Polícia Civil.



Fonte:A Rede PG