Perry revelou que não foi consultada nem deu sua autorização para que sua canção fosse utilizada pelo governo Trump. A artista também enfatizou que não apoia o uso de suas músicas em contextos militares. "Eu escrevi esta música para ser um hino de esperança, cura e força interior para pessoas que atravessam seus momentos pessoais mais sombrios. Ver uma mensagem de autoestima e elevação sendo transformada em trilha sonora para a destruição e a violência é uma violação completa de tudo o que representa", ressaltou Katy.
Além disso, a cantora reforçou que suas composições têm o propósito de "unir as pessoas, não celebrar a guerra". A controvérsia em torno do uso de músicas em postagens do governo Trump não é inédita; anteriormente, outras artistas, como Sabrina Carpenter e Olivia Rodrigo, também manifestaram seu descontentamento com a utilização de suas canções em conteúdos relacionados à prisão de imigrantes.
Esse episódio traz à tona a discussão sobre a apropriação de músicas em contextos que divergem da intenção original dos artistas, especialmente em tempos de polarização política e social. A repercussão da crítica de Katy Perry pode estimular um debate mais amplo sobre os direitos dos músicos em relação ao uso de suas obras em campanhas e iniciativas governamentais, um tema que continua a ser relevante na atualidade.