O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência e membro do PL do Rio de Janeiro, teve uma reunião com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca nesta terça-feira, dia 26. O encontro, que durou 1h30, foi descrito por Flávio como um convite direto de Trump, que demonstrou interesse em dialogar sobre o Brasil.
Flávio chegou ao local às 15h e deixou a Casa Branca às 16h40. Durante a coletiva após a reunião, ele destacou a cordialidade de Trump, que estava envolvido em negociações de paz com o Irã, uma situação que se agrava com o conflito que completa três meses no dia 28 de maio. O senador ressaltou que, mesmo com a agenda cheia, o presidente americano dedicou tempo para a conversa.
Além de discutir temas relacionados ao Brasil, Flávio Bolsonaro recebeu de Trump uma medalha de honra, um reconhecimento que ele qualificou como um gesto raro, reservado a aliados de confiança. O senador também mencionou que Trump fez perguntas sobre Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, que atualmente se encontra em prisão domiciliar após condenação por tentativa de Golpe de Estado. Flávio afirmou que transmitiu um abraço de Jair a Trump durante a conversa.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra Flávio caminhando pelos corredores da Casa Branca. As imagens retratam o senador observando as obras de arte expostas nas paredes, simbolizando seu momento na residência oficial do presidente dos EUA.
Durante a reunião, Flávio fez um apelo a Trump para que as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) sejam classificadas como organizações terroristas. Ele argumentou que essas facções exercem controle sobre vastas áreas no Brasil, submetendo a população a suas regras e corrompendo instituições. Flávio descreveu essas organizações como entidades que operam de forma semelhante a grupos terroristas, destacando a necessidade de uma resposta internacional a suas ações.
A reunião entre Flávio Bolsonaro e Donald Trump não apenas reforça os laços entre o Brasil e os Estados Unidos, mas também coloca em evidência as preocupações do senador sobre a segurança e a influência das facções criminosas no Brasil e nas relações internacionais.