Flávio Bolsonaro promete expulsar criminosos do Brasil até 2026

Durante comício em Nova Iguaçu, o candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, afirmou que, se eleito, implementará políticas rigorosas contra a criminalidade e endurecerá penas para delitos como roubo de celulares.
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O candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, declarou nesta sexta-feira (21) que sua intenção é que criminosos deixem o Brasil até o final de 2026. A afirmação foi feita durante um comício em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, onde o senador destacou que, caso vença as eleições, a partir do próximo ano, implementará uma política mais severa no combate à criminalidade.

Em seu discurso, Flávio alertou os criminosos a se afastarem do país enquanto ainda há um presidente que, segundo ele, favorece essa população. "Metam o pé até o final do ano, enquanto vocês têm um presidente da República que passa a mão na cabeça de vocês, porque, a partir do ano que vem, ou vocês serão presos, ou vocês serão neutralizados pelas nossas polícias", afirmou.

A luta contra o crime organizado foi destacada como uma das prioridades de sua gestão. O candidato também sugeriu que facções criminosas e milícias sejam tratadas como grupos terroristas. Além disso, ele anunciou a proposta de aumentar as penas para crimes como o roubo de celulares, propondo que os condenados cumpram no mínimo oito anos de prisão e trabalhem para contribuir com os custos do sistema penitenciário.

"Ladrão de celular vai ficar preso no mínimo 8 anos e vai ter que trabalhar para pagar sua estadia, para dar valor, para saber como é difícil comprar um celular. Nós vamos brigar pelo povo trabalhador desse Brasil", declarou Flávio.

Outras propostas apresentadas pelo candidato incluem medidas voltadas para a segurança das mulheres. Ele criticou o governo Luiz Inácio Lula da Silva, afirmando que o Brasil é recordista em mortes de mulheres e prometeu implementar tecnologias para prevenir esses crimes. Flávio afirmou que sua gestão criará mecanismos que acionem automaticamente as forças de segurança em situações de risco.

"Nós vamos garantir com tecnologia que a mulher não seja mais vítima desse machismo, porque, se chegarem perto delas, a polícia é acionada automaticamente", disse.