Eduardo Riedel alcança 51% e se aproxima da vitória em Mato Grosso do Sul

Eduardo Riedel, do PP, lidera a corrida pelo governo de Mato Grosso do Sul com 51% das intenções de voto, segundo pesquisa Quaest. Fábio Trad, do PT, aparece em segundo lugar com 12%. A eleição pode ser decidida no primeiro turno.

O governador Eduardo Riedel, do Partido Progressista (PP), consolidou sua liderança na disputa pelo governo de Mato Grosso do Sul, alcançando 51% das intenções de voto, conforme revelou a pesquisa Quaest divulgada nesta sexta-feira (25). Este levantamento foi solicitado pela TV Morena.

Na pesquisa estimulada, que apresenta os nomes dos candidatos aos entrevistados, Riedel obteve um aumento significativo, subindo de 40% na sondagem realizada em 25 de agosto para 51% no levantamento atual. Esse resultado o coloca 39 pontos percentuais à frente de Fábio Trad, do Partido dos Trabalhadores (PT), que aparece com 12%. Delcídio Amaral, do PRD, obteve 6%, enquanto João Henrique Catan, do novo, ficou com 3%.

Outros candidatos também foram mencionados: Jeferson Bezerra, do Agir, teve 2%, e tanto Lucien Rezende, do PSOL, quanto o economista Renato Gomes, do DC, registraram 1% cada. Daniel Lemes, do PCO, não obteve pontuação.

O número de eleitores que manifestaram intenção de votar em branco, nulo ou que não pretendem votar foi de 9%, uma leve queda em relação aos 11% registrados em agosto. A porcentagem de indecisos também diminuiu, passando de 20% para 15%.

Ao considerar apenas os votos válidos, Riedel atinge cerca de 67%. Esse cálculo exclui os 9% de votos brancos, nulos e os 15% de eleitores indecisos, o que indica que a eleição poderá ser decidida já no primeiro turno, marcado para 4 de outubro.

Na pesquisa espontânea, que não apresenta os nomes dos candidatos, Riedel também apresentou crescimento, passando de 18% para 34%, um aumento de 16 pontos percentuais. Fábio Trad subiu de 4% para 5%, enquanto João Henrique Catan foi de 0% para 2%. Os votos brancos, nulos e os que não pretendem votar somam 4%, um aumento em relação aos 1% do levantamento anterior. O número de indecisos caiu de 77% para 55%.