Correção em portaria do GSI altera nomeações de assistentes na Segurança Presidencial

O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República publicou uma versão retificada da portaria 172, que nomeia assistentes na Secretaria de Segurança Presidencial. A nova versão inclui correções nos nomes dos militares designados.
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O Departamento de Gestão da Secretaria-Executiva do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República divulgou uma nova versão da portaria 172 no Diário Oficial da União (DOU), retificando a publicação anterior realizada na segunda-feira (22). O documento original nomeava ‘FULANO de Tal’ e ‘CICRANO de Tal’ como assistentes na Secretaria de Segurança Presidencial.

Na versão inicial, constava a designação do ‘Major do Exército Brasileiro (EB) FULANO de Tal’ e do ‘1º Tenente da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) CICRANO de Tal’, além de manter o nome do ‘1º Sargento da Marinha do Brasil Márcio Adriano de Jesus Leite’, que foi preservado na nova publicação, realizada na terça-feira (23).

Ambas as edições da portaria 172, datadas de 19 de junho de 2026, são assinadas por Vinícius Damasceno do Nascimento, que ocupa o cargo de diretor do Departamento de Gestão da Secretaria-Executiva do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

Após a divulgação do primeiro documento, a assessoria do GSI reconheceu o erro e confirmou que uma retificação seria publicada na próxima edição do DOU. A versão corrigida inclui uma nota de rodapé que esclarece a correção das informações: “Republicada por ter saído com incorreção do original no DOU Nº 114, na Seção 2, de 22 de junho de 2026, página 3.”

No novo documento, foram acrescentados os nomes de outros militares da Marinha do Brasil, a saber: 2º Sargento Francisco Marcone Cordeiro Filho; 2º Sargento Thiago Martinez Carneiro do Nascimento; e 3º Sargento Beatriz Afonso Barbio. Todos os militares citados na portaria passam a receber a Gratificação de Representação da Presidência da República, código Nível IV, e ficam dispensados das atribuições que atualmente ocupam.