ROBÉRIO Paulino, candidato do PSOL, anunciou sua desistência da candidatura ao governo, um dia após o debate promovido pela Globo. Sua decisão de apoiar Cadu de Lula, do PT, ainda no primeiro turno, levanta questões sobre a verdadeira motivação por trás de sua campanha para as eleições de 2026.
A desistência de ROBÉRIO é vista como uma confirmação da estratégia previamente mencionada por ALLYSON Bezerra, candidato da União Brasil. Nos DEBATES da TV, ALLYSON já havia alertado sobre um suposto "combinadinho" entre o PT e o PSOL, que tinha como objetivo realizar ataques direcionados a ele, ocupando espaços de rádio e TV.
Durante a campanha, ROBÉRIO foi interpretado como uma "candidatura laranja", sem propostas concretas e com poucas chances de sucesso. Sua atuação nos DEBATES se limitou a disseminar notícias falsas, atuando como um suporte ao grupo governista do PT.
A aliança entre o PSOL e o PT, em um momento tão tardio da campanha, não deve provocar mudanças significativas no cenário eleitoral. ROBÉRIO não conseguiu aumentar sua popularidade, registrando 0% das intenções de voto na última pesquisa divulgada pela Quaest/Inter TV na sexta-feira, dia 25. Em agosto, seu índice era de apenas 2%.
Diante desse contexto, a desistência de ROBÉRIO Paulino provavelmente não resultará em um aumento de votos para Cadu de Lula, evidenciando o desespero do grupo que compõe o governo. A estratégia adotada pelos partidos parece mais uma tentativa de minimizar o impacto negativo em suas candidaturas do que uma real mobilização para conquistar eleitores.