Na última quarta-feira (15/4), a jornalista Alice Ribeiro, da Band Minas, fez uma transmissão ao vivo destacando as condições da BR-381 e o início de obras na estrada. Essa participação se tornou a última da repórter, que, minutos após a transmissão, sofreu um grave acidente de carro em Belo Horizonte.
Alice, de 35 anos, foi rapidamente socorrida e internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital João XXIII. Infelizmente, a equipe médica confirmou a morte encefálica da repórter, que permaneceu em coma por alguns dias. Sua morte foi lamentada por colegas e admiradores nas redes sociais, ressaltando a coincidência trágica entre a pauta que ela abordou e o acidente que sofreu.
Ao longo de sua carreira, Alice Ribeiro destacou-se na cobertura de temas de interesse público, sempre com um olhar atento às questões que afetam diretamente a vida da população. Além do impacto de sua morte, a repórter deixa um legado de comprometimento e profissionalismo, que foram amplamente reconhecidos por sua audiência.
A repórter deixa um marido e um filho de apenas 9 meses, que agora enfrentam a dor da perda. A repercussão nas redes sociais revela a comoção pela tragédia, que não apenas afetou a família de Alice, mas também tocou a comunidade que acompanhava seu trabalho.
O acidente e a morte de Alice Ribeiro levaram a um momento de reflexão sobre a segurança nas estradas, especialmente em áreas propensas a riscos, como a BR-381. Sua última transmissão ao vivo serviu como um lembrete da importância de discutir as condições das rodovias e a prevenção de acidentes, temas que ela sempre se esforçou para trazer à tona em suas reportagens.