Sergio Moro, candidato pelo PL, decidiu não participar do debate promovido pela Band na noite de domingo (9) no Paraná, o que rapidamente se tornou um dos temas mais debatidos nas redes sociais. O senador anunciou sua desistência poucas horas antes do evento, criticando o formato do debate, que chamou de “rinha de galo” e um “jogo combinado”.
Duas horas antes do início do debate, Moro limitou os comentários em sua publicação sobre a ausência, uma ação que ocorreu em meio a uma repercussão negativa nas redes. Nas plataformas sociais, vários usuários o apelidaram de “fujão”, enquanto outros questionaram sua decisão e pediram a apresentação de propostas eleitorais.
Entretanto, parte dos internautas manifestou apoio a Moro, reiterando a ideia de que o debate estava previamente combinado, o que gerou uma divisão nas reações entre críticas e defesas. A situação continuou a ser explorada pelos adversários durante o debate, com Requião Filho e Sandro Alex criticando a decisão do senador de não comparecer ao evento.
A escolha de Moro também levantou questões sobre estratégias eleitorais. Participar de debates é uma oportunidade para os candidatos apresentarem suas propostas, responderem a questionamentos e enfrentarem críticas de forma pública. Contudo, a ausência pode evitar confrontos diretos, mas também impede que o candidato se defenda e exponha sua versão diante do público e dos concorrentes.
Esse episódio tem potencial para repercutir nos dias seguintes, o que pode tornar a participação ou não de Moro em futuros debates um dos focos centrais na disputa pelo Governo do Paraná.