Expectativa de vendas para o Dia das Mães no Paraná aponta crescimento de 5,5% em relação a 2025

O varejo paranaense se prepara para o Dia das Mães com uma projeção de aumento real de 5,5% no tíquete médio, refletindo uma intenção de compra de 68,2% entre os consumidores, destacando a relevância da data no comércio.
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O varejo no Paraná se mobiliza para o Dia das Mães com uma expectativa otimista. Um levantamento realizado pela Fecomércio PR em conjunto com o Sebrae/PR revela um aumento real de 5,5% no tíquete médio em comparação ao ano anterior. Esse crescimento sugere um cenário aquecido, embora os consumidores estejam demonstrando um comportamento mais cauteloso.

A pesquisa mostra que a intenção de presentear nesta data chega a 68,2% dos consumidores paranaenses, superando os 66,6% registrados em 2025. Entre os homens, a disposição para comprar presentes é ainda maior, alcançando 71,3%, enquanto o índice entre as mulheres é de 65,0%. Apesar desse otimismo, 13,5% dos consumidores ainda se mostram indecisos, o que pode proporcionar um aumento nas vendas nos dias que antecedem a celebração.

Dentre os 18,3% que não têm planos de adquirir presentes, 46% citam a ausência ou falecimento da mãe como a principal razão, enquanto 19,7% alegam dificuldades financeiras, um aumento em relação a 2025, quando esse fator correspondia a 12,4%. O coordenador de Desenvolvimento Empresarial da Fecomércio PR, Rodrigo Schmidt, enfatiza que o cenário atual combina oportunidades com a necessidade de prudência por parte dos consumidores.

A intenção de compra é mais elevada nas regiões Sul e Sudoeste do Paraná, onde 72,30% dos consumidores planejam presentear. A seguir, estão o Centro, com 71,70%, Curitiba, com 69,80%, e Oeste, com 68,10%. As regiões Leste e Litoral, Noroeste e Maringá, e Norte e Londrina apresentam índices de 68%, 67,10% e 63,80%, respectivamente.

O tíquete médio para os presentes está estimado em R$ 162,48, comparado a R$ 154,07 no ano anterior, representando uma alta real de 5,5%. Para os homens, o valor médio aumentou de R$ 167,16 para R$ 177,81, enquanto as mulheres veem um crescimento de R$ 140,32 para R$ 145,24.

A maioria dos consumidores pretende gastar entre R$ 101,00 e R$ 150,00 (29,7%), seguidos pelas faixas de R$ 151,00 a R$ 200,00 (24,9%) e até R$ 100,00 (23,1%). As categorias de gastos mais elevados têm uma participação menor, indicando uma tendência de compras em valores moderados.