A partir de 2026, o processo de largada na Fórmula 1 passa por transformações significativas. O novo regulamento elimina o MGU-H, componente presente desde 2014 que mantinha o turbo funcionando automaticamente.
Com a adoção das novas normas, os pilotos precisam acelerar o motor a combustão por cerca de 10 segundos para ativar o turbocompressor antes da largada. Isso reflete o maior peso da energia elétrica na divisão de potência dos veículos.
Durante os testes no Bahrein, a demora para completar o procedimento gerou situações inéditas. Um piloto à frente do grid teve de aguardar cerca de 40 segundos imóvel, permitindo que todos os outros realizassem a etapa necessária.
O resultado é um aumento no tempo parado antes da largada, o que pode alterar o aquecimento dos pneus e intensificar a competição pré-green flag.