Até o momento, a fase 5 do CastraPet Paraná esterilizou 56,4 mil animais de 306 municípios paranaenses –
O saldo remanescente de vagas da 5ª etapa do Programa Permanente de Esterilização de Cães e Gatos (CastraPet Paraná), em execução desde novembro do ano passado, será usado para abrir uma nova frente de castração dentro deste mesmo ciclo. Serão beneficiados mais 3,5 mil animais, de 36 municípios.
O primeiro mutirão ocorre na segunda-feira (24), em Guaporema, na região Noroeste. De acordo com o Instituto Água e Terra (IAT), órgão responsável pelo projeto, o remanejamento se deu em razão de cidades que não conseguiram completar todas as vagas disponíveis ou de desistências pontuais, como ocorreu com Ponta Grossa, nos Campos Gerais.
Até o momento, a fase 5 do CastraPet Paraná esterilizou 56,4 mil animais de 306 municípios paranaenses. Desde o início dos atendimentos, em 2020, o programa realizou 161,2 mil cirurgias em 395 cidades do Estado (99% do território).
O CastraPet leva castração gratuita à pets da população de baixa renda, de pessoas vinculadas a organizações da sociedade civil e protetores independentes. O investimento neste 5º ciclo é de R$ 19,8 milhões, um incremento de 106% em relação ao 4º período (R$ 9,6 milhões), concluído em maio do ano passado.
Já a contrapartida dos municípios é de aproximadamente R$ 1,8 milhão. Os recursos foram utilizados durante o 5º ciclo na impressão de 119 mil cartilhas sobre maus-tratos; na aplicação de 39 mil vacinas antirrábicas; e na confecção de 2.644 mil placas temáticas sobre biodiversidade.
Além da esterilização, o programa propõe práticas de educação sobre a tutela responsável de cães e gatos, contribuindo para a conscientização ambiental, especialmente entre crianças e adolescentes — um dos requisitos para o município participar do projeto. O outro ponto é a intensificação da vacinação antirrábica nos animais, visando a promoção da saúde pública.
O programa, voltado para a Saúde Única, que integra a saúde humana, animal e ambiental, oferece ainda palestras sobre zoonoses, vacinação e desvermifugação de animais. A colaboração se estende a uma rede que une várias ONGs e diversos protetores independentes, todos compartilhando o objetivo de ampliar a conscientização da sociedade em relação aos animais.
COMO PARTICIPAR
Para agendar um horário para a castração dos bichinhos, o cidadão deve ir diretamente em um dos pontos determinados pela prefeitura da sua cidade, parceiras do Estado nesta iniciativa. No momento da inscrição os tutores já receberão todas as orientações sobre o pré e pós-operatório, além de medicamentos para os cuidados após a cirurgia dos pets e aplicação de um microchip eletrônico para identificação do animal.
Confira a agenda da 2ª fase do 5º ciclo do CastraPet Paraná:
Agosto
24/8 – Guaporema
25/8 – Rondon
26/8 – São Manoel do Paraná
27/8 – Indianópolis
28/8 – Japurá
29/8 – Jussara
30/8 – Doutor Camargo
31/8 – Cianorte
Setembro
14/9 – Anahy
15/9 e 16/9 – Peabiru
17/9 – Fênix
18/9 – Guaíra e Paranavaí
19/9 – Guaíra e Campo Mourão
20/9 – Jesuítas e Campo Mourão
21/9 – Umuarama
22/9 – Pérola
23/9 – Alto Paraíso
24/9 – Douradina
25/9 – Loanda
27/9 – Japira
28/9 – Santa Amélia
29/9 – Ribeirão Claro
Novembro
11/11 – Ouro Verde D’Oeste
12/11 – São José das Palmeiras
13/11 – Vera Cruz do Oeste
14/11 – Ramilândia
16/11 – Matelândia
17/11 – Medianeira
18/11 – Missal
19/11 – Santa Terezinha do Itaipu
20/11 e 21/11 – Catanduvas
23/11 – Saudade do Iguaçu
24/11 – Pitanga
25/11 – Boa Ventura do São Roque
26/11 – Mato Rico
Com informações da Agência Estadual de Notícias.
Confira o resumo da notícia:
Nova fase de atendimentos e balanço: O CastraPet Paraná utilizará o saldo de vagas remanescentes do 5º ciclo para realizar mais 3,5 mil castrações gratuitas em 36 municípios a partir do dia 24 de agosto. O programa já soma mais de 161 mil cirurgias realizadas em 395 cidades paranaenses desde 2020.
Investimento e contrapartida: Com aporte de R$ 19,8 milhões no ciclo atual, a iniciativa conta também com recursos municipais (R$ 1,8 milhão) voltados à distribuição de vacinas antirrábicas, cartilhas educativas sobre maus-tratos e sinalização sobre biodiversidade.
Saúde Pública e cadastro: Focado no conceito de Saúde Única, o projeto exige contrapartidas de conscientização e vacinação nos municípios. Para participar, tutores de baixa renda, ONGs e protetores devem agendar o atendimento diretamente nas prefeituras parceiras, garantindo medicação pós-operatória e identificação por microchip para os pets.
Fonte:A Rede PG