Em Maringá, no norte do Paraná, um senhor de 93 anos tem chamado a atenção dos moradores por um costume peculiar que o acompanha desde a infância: o uso constante de chupeta. Ilário Valentin Laureano, carinhosamente apelidado de “Seu Ilário da Chupeta”, personifica uma vida de trabalho árduo e uma trajetória familiar singular, sempre com o acessório na boca.
A história de Ilário ganhou nova dimensão com a recente tendência de adultos adotarem a chupeta como forma de aliviar o estresse. No entanto, seu caso é diferente: para ele, a chupeta não é moda, mas sim um companheiro de longa data, um símbolo de sua identidade.
Natural de Minas Gerais, Seu Ilário construiu sua vida na região de Maringá, onde trabalhou como motorista de ônibus por muitos anos. “Conduzi passageiros pelas estradas do país, sempre com a minha chupeta”, conta ele, que enxerga no objeto uma forma de conforto e uma ligação com suas raízes.
Ao longo de sua jornada, Ilário se casou seis vezes e teve nove filhos. Apesar do hábito incomum, ele afirma nunca ter enfrentado problemas significativos por causa da chupeta. “Sempre levei tudo com bom humor, desde os apelidos até as brincadeiras”, relata.
Mesmo após a aposentadoria, Seu Ilário não abandonou o costume. Seja em casa, nas ruas ou em momentos de lazer, a chupeta continua presente em seu dia a dia. “Uma de minhas esposas até tentou me fazer largar, mas não teve jeito. Para mim, a chupeta é parte de quem eu sou”, finaliza.
Fonte: http://massa.com.br