Vozinha tem nova data de chegada adiada ao Colo-Colo e presidente pede prazo

O goleiro Vozinha, contratado pelo Colo-Colo após sua participação na Copa do Mundo de 2026, adia sua chegada pela terceira vez. O presidente Jaime Pizarro exigiu um prazo após a solicitação do atleta.
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Vozinha, goleiro contratado pelo Colo-Colo após seu destaque na Copa do Mundo de 2026, deveria ter chegado a Santiago, no Chile, na última quinta-feira, 30. No entanto, sua chegada foi adiada, marcando a terceira vez que a data prevista para sua chegada é alterada.

O cronograma inicial previa que o atleta chegasse na última terça-feira, 28, mas houve mudança para quarta-feira, 29, e agora, mais uma vez, a data foi prorrogada. Apesar das incertezas geradas por essa situação, o presidente do Colo-Colo, Jaime Pizarro, informou que o adiamento foi solicitado pelo próprio goleiro, que precisa resolver pendências pessoais antes de viajar.

Pizarro comentou que Vozinha esteve em Cabo Verde e, em seguida, viajou para Lisboa, onde está cuidando de sua documentação. O dirigente destacou que a burocracia enfrentada pelo atleta é um pouco mais complexa devido à sua origem fora do Mercosul. "Foi necessário ir ao consulado, obter o visto e preparar toda a documentação, um processo diferente do que estamos acostumados com jogadores do Mercosul, cuja entrada é bem mais simplificada", explicou.

O presidente do Colo-Colo enfatizou a importância de um prazo para a chegada do goleiro. "É necessário que ele resolva suas questões pessoais antes de viajar. É razoável que estabeleçamos um prazo e vamos ver como isso pode ser encaminhado", afirmou Pizarro.

Vozinha, aos 40 anos, conseguiu estender sua carreira após se destacar na Copa do Mundo de 2026, desempenho que pode ter evitado sua aposentadoria. Antes de sua contratação, o goleiro estava sem vínculo, tendo jogado as últimas duas temporadas no GD Chaves, em Portugal.

A trajetória de Vozinha inclui passagens por clubes como AS Trencin, na Eslováquia; AEL Limassol, no Chipre; Gil Vicente, em Portugal; FC Zimbru, na Moldávia; além de Mindelense e Batuque, em Cabo Verde, e Progresso Zambizanga, em Angola.