A noite era animada na Arena da Baixada, quando o Athletico jogava mal contra o Vitória. O jogo estava empatado em 1 a 1, e parecia que o Furacão não tinha mais chances de virar o jogo. No entanto, surgiu Lucas Arcanjo, que, disfarçado de goleiro, praticava milagres de um anjo, só faltando se chamar Gabriel.
Quando parecia que não restava mais nada para o Furacão, surgiu a mística do clube, exteriorizada por um humano com lampejos divinos: o colombiano Kevin Viveros. Quando o empate em 1 a 1 já parecia justo e definitivo para um jogo truncado, rústico e pesado, Viveros surge para quebrar esse roteiro e explodir as paixões rubro-negras.
Aos 92 minutos, dentro da área, escondido atrás da zaga baiana, Viveros dominou a bola, limpou um espaço e, com categoria, finalizou desviando do goleiro Arcanjo. O jogo estava em 2 a 1 a favor do Athletico.
Para intensificar ainda mais a festa rubro-negra, aos 98 minutos, Luiz Gustavo marcou o terceiro gol, coroando um dos momentos mais marcantes da Arena da Baixada, digno de ser eternizado na história do clube. No fim, 3 a 1, um resultado justificado para um jogo que foi decidido pela paixão.
O Athletico havia feito história novamente, e Viveros foi o herói da noite que decidiu o jogo.