Servidores são investigados por cobrar Pix por uso de tratores públicos no PR

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As equipes apreenderam celulares, computadores, cadernos com registros de controle informal, comprovantes financeiros e documentos públicos –

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) deflagrou, nesta quinta-feira (22), uma operação para investigar um suposto esquema de uso irregular de máquinas públicas por servidores e cobrança de valores por fora pelos serviços realizados em propriedades particulares.

As apurações começaram após indícios de que serviços de terraplanagem, remoção de terra e utilização de tratores e caminhões municipais eram realizados sem o recolhimento das taxas oficiais aos cofres públicos.

Segundo o delegado da PCPR Thiago Vicentini, os pagamentos pelos serviços seriam feitos à margem do sistema público de arrecadação, por meio de transferências via PIX e dinheiro em espécie.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em endereços de Terra Rica, no noroeste do Paraná, e no distrito de Adhemar de Barros, pertencente ao município.

As equipes apreenderam celulares, computadores, cadernos com registros de controle informal, comprovantes financeiros e documentos públicos. Todo o material será submetido à análise pericial para auxiliar no andamento do inquérito.

De acordo com a delegada Daniele Trajano, a investigação apura possíveis crimes de peculato e corrupção passiva. Entre os investigados estão agentes públicos, funcionários e uma pessoa que não atua no setor público. Até o momento, as informações divulgadas não apontam a realização de prisões.

RESUMO:

A Polícia Civil do Paraná deflagrou, nesta quinta-feira (22), uma operação para investigar o uso irregular de máquinas públicas e a cobrança de valores por fora por serviços em propriedades particulares, em Terra Rica e no distrito de Adhemar de Barros. Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão, com recolhimento de celulares, computadores, documentos e comprovantes financeiros. A investigação apura possíveis crimes de peculato e corrupção passiva e envolve agentes públicos, funcionários e uma pessoa que não atua no setor público.



Fonte:A Rede PG