Rejeição a Lula e Flávio Bolsonaro em pesquisa Vox atinge índices elevados

Uma pesquisa Vox revela que 52,8% dos brasileiros não votariam no presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto 49,2% rejeitam Flávio Bolsonaro. A pesquisa foi realizada entre 17 e 19 de maio de 2026.
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Uma recente pesquisa realizada pela Vox, divulgada nesta quarta-feira (20), indica que 52,8% dos brasileiros não estariam dispostos a votar no atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, que busca a reeleição nas eleições previstas para outubro. Além disso, 49,2% dos entrevistados expressaram rejeição ao voto em Flávio Bolsonaro, do PL. Com uma margem de erro de 2,15 pontos percentuais, os dois pré-candidatos se encontram em um empate técnico em termos de rejeição.

Este levantamento foi feito após a divulgação de gravações em que Flávio Bolsonaro solicita apoio financeiro ao banqueiro Daniel Vorcaro, que anteriormente controlava o Banco Master. Essa situação pode ter influenciado na percepção negativa do eleitorado em relação ao pré-candidato.

A pesquisa também avaliou a aceitação de outros nomes que pleiteiam a presidência. O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, do Novo, apresentou uma taxa de rejeição de 21,3%, enquanto 17,7% dos entrevistados afirmaram que não votariam de jeito nenhum no ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, do PSD.

A amostra da pesquisa Vox abrangeu 2.100 eleitores de diversas regiões do país, entre os dias 17 e 19 de maio de 2026. O grau de confiança do estudo é de 95%, e ele foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02416/2026. Essas informações são fundamentais para entender o cenário político que se desenha para as próximas eleições, refletindo a insatisfação do eleitorado com os atuais pré-candidatos.

Os dados revelados pela pesquisa apresentam um panorama que pode impactar as estratégias de campanha dos candidatos, especialmente em um contexto onde a rejeição parece ser um fator determinante para o sucesso nas urnas. Com uma população cada vez mais atenta às ações e declarações dos candidatos, a capacidade de reverter essa rejeição será um desafio crucial para ambos os lados.