Todo fim de ano e início de outro é assim. A gente promete. Promete gastar menos, ganhar mais, organizar a vida, comer melhor, se exercitar mais.
O problema não é prometer. O problema é acreditar que o calendário muda o que o dia a dia construiu.
Passo pequeno é melhor que promessa grande. No Brasil, isso aparece rápido.
As promessas de Ano Novo costumam errar porque são grandes demais e concretas de menos.