O presidente do Athletico, Mario Celso Petraglia, fez aniversário e deve ter sentido um vazio ao levantar o dedo do meio para milhões de atleticanos. Ele agiu como um primata e se autodesmoralizou, criando condições para a perda do orgulho próprio.
Agora, Petraglia acusa sinais fortes de entre tantas coisas que perdeu aos 82 anos, está o orgulho que o presidente ostentava a supremacia de realizações criativas no futebol brasileiro. A torcida do Furacão nunca foi obrigada a ouvir tantas críticas e não ter razões de defesa, quando em um jogo de apelo público, o gramado sintético da Baixada foi exibido como um pasto como se lá fosse um local para alimentar gado.
A única defesa é a de que a mudança do gramado sintético está programada para o período da Copa do Mundo. No entanto, a conduta de Petraglia é irresponsável, por ser negligente no episódio atual. Um estado humilhante que explica-se pela negligência do homem e pelo abandono do bem.
Se Petraglia tem R$ 30 milhões para gastar em colombiano acusado de baleado, por que não gasta-os em um gramado natural protegido pelos mais modernos métodos? Há métodos modernos para a implantação da grama natural quando é enclausurada pela cobertura ou úmida por algum motivo. O Santiago Bernabéu, do Real Madrid, implantou-nos no novo estádio.