A Justiça do Paraná concedeu prisão preventiva a um acusado de participar de grupo que vendia drogas pelo WhatsApp e realizava entregas. As investigações apontam para a integração do homem em rede criminosa dedicada ao comércio ilícito de substâncias.
O serviço de delivery e a utilização do aplicativo para transações reforçaram a necessidade de medidas cautelares mais rígidas. A decisão reflete a seriedade do crime, que atingiu várias cidades do estado.