A diligência foi autorizada pelo superintendente da PF no RS, Alessandro Maciel Lopes, e comandada pelo delegado Alexandre Lourenço Pauli. O antigo dono recebeu os policiais de forma colaborativa e assinou um termo de consentimento de busca. A arma foi encontrada acondicionada em um estojo rígido, acompanhada de carregadores vazios e customizada com as cores da bandeira nacional, além de conter a inscrição “Ordem e Progresso”.
Após a apreensão, o armamento foi levado para a sede da PF no Rio Grande do Sul, onde permanece sob custódia e à disposição do STF.