A ação ocorreu após uma vítima procurar a unidade policial e relatar que foi induzida a pagar uma entrada por um imóvel anunciado em redes sociais, com promessa de entrega imediata. No entanto, os policiais civis constataram que os investigados utilizavam dados falsos para vender cotas de consórcio como se fossem cartas contempladas, mas as vítimas não recebiam os bens negociados.
Os imóveis também não eram da empresa. A delegada Fernanda Moretzsohn destacou que a organização criminosa tinha divisão de tarefas, incluindo equipe de vendas, divulgação, cooptação de clientes e assinatura de contratos e pós-vendas.
Os suspeitos foram autuados em flagrante por estelionato e associação criminosa e encaminhados ao sistema penitenciário. As investigações continuam para identificar o alcance do prejuízo e outras vítimas.
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