Pesquisa BTG/Nexus revela disputa acirrada entre Lula e Flávio Bolsonaro

Levantamento mostra Lula com 47% e Flávio Bolsonaro com 44% em cenário de segundo turno, indicando um empate técnico. No primeiro turno, Lula lidera com 40%.
769458066_1712384956642507_4702971685570546923_n

A nova pesquisa BTG/Nexus indica que, em um possível segundo turno, os candidatos Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) estão em um empate técnico. O presidente Lula apresenta 47% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro alcança 44%. A diferença de três pontos percentuais entre eles está dentro da margem de erro da pesquisa, o que caracteriza o empate.

Além de refletir um leve avanço para Lula em comparação com a sondagem da semana anterior, onde o resultado foi de 46% a 45%, este levantamento também destaca Flávio Bolsonaro como o oponente mais forte do atual presidente entre os cenários simulados. Dos entrevistados, 8% afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, e 1% não soube ou não respondeu.

Historicamente, na série de pesquisas realizadas pela BTG/Nexus, Lula só superou Flávio Bolsonaro fora da margem de erro em uma única ocasião, ocorrida em junho. Nas demais medições, a disputa entre os dois candidatos se manteve em um quadro de empate técnico.

No que diz respeito ao primeiro turno, o levantamento revela que Lula lidera com 40% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro que obteve 35%. Os demais candidatos, como Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), aparecem com 5%, 4% e 3%, respectivamente. Samara Martins (UP) é a sexta colocada com 2%.

Os resultados completos da pesquisa de primeiro turno são: Lula: 40%, Flávio Bolsonaro: 35%, Ronaldo Caiado: 5%, Renan Santos: 4%, Romeu Zema: 3%, Samara Martins: 2%, além de 5% que escolheram branco, nulo ou nenhum candidato, e 3% que não souberam ou não responderam.

A pesquisa também aborda a polarização política no país, com 65% dos entrevistados reconhecendo a existência desse fenômeno. Dentre eles, 36% expressam cansaço ou desconforto em relação à polarização, enquanto 29% se mostram confortáveis ou indiferentes. Outros 24% discordam da ideia de que há polarização, e 11% não souberam ou não responderam.