A adaptação de espécies silvestres a ambientes urbanos é um fenômeno crescente. Ratos, baratas e pulgas ainda são vetores de doenças e outros malefícios à saúde.
As onças-pintadas se tornaram habitués da área de visitação do Parque Nacional do Iguaçu, junto com bandos de quatis e outros animais.
Nos centros urbanos, os macacos têm um bosque, os guachos fazem ninhos nas palmeiras da Avenida Paraná, e casais de saracuras, macucos, jacutingas e gaviões-pega-macaco são avistados em condomínios próximos às matas.
A bióloga Yara Barros considera fundamental a formação de corredores ecológicos entre as grandes matas, reservas, áreas protegidas e parques, para a proteção e preservação dos animais silvestres que já coabitam os espaços urbanos.