A Seleção Brasileira de futebol vive um momento crítico, com menos de 50 dias para a Copa do Mundo de 2026. A equipe já perdeu Rodrygo para o torneio e agora enfrenta a possibilidade de não contar com Estêvão, que sofreu uma grave lesão na coxa direita.
Desde as suas primeiras participações, o Brasil tem enfrentado problemas de lesões durante os Mundiais. Um dos episódios mais marcantes ocorreu em 1958, quando Pelé, com apenas 17 anos, destacou-se ao marcar seis gols em três partidas, levando a Seleção a conquistar seu primeiro título. Contudo, no Mundial seguinte, o astro se machucou ao tentar um chute contra a Tchecoslováquia, deixando o Brasil com um jogador a menos e impossibilitado de continuar na competição.
Apesar da ausência de Pelé, o Brasil conseguiu se recuperar durante o torneio, com Amarildo assumindo a posição do 'Rei' e Garrincha brilhando, resultando na conquista do bicampeonato em 1962.
O sonho pelo tricampeonato em 1966, no entanto, se transformou em pesadelo. Após uma estreia contra a Bulgária, onde Pelé se machucou no joelho direito, sua lesão o afastou do jogo contra a Hungria. Sua tentativa de retornar na partida contra Portugal terminou em frustração, com o Brasil sendo eliminado e Pelé afirmando que não jogaria mais uma Copa do Mundo.
Outro momento de dor para a Seleção ocorreu em 2014, quando Neymar, então estrela do time, sofreu uma lesão na coluna durante a semifinal contra a Colômbia, após uma entrada dura de Juan Pablo Zuñiga. A ausência de Neymar na partida decisiva contra a Alemanha foi sentida, culminando em uma histórica derrota por 7 a 1 para a Seleção.
Com a Copa do Mundo de 2026 se aproximando, as lesões se mostram um desafio significativo para a Seleção Brasileira. A estreia do time canarinho está marcada para o dia 13 de junho, às 19h (horário de Brasília), contra Marrocos, com jogos adicionais contra Haiti e Escócia na fase de grupos. Sob a direção de Carlo Ancelotti, a equipe busca superar os desafios físicos e conquistar seu hexacampeonato mundial.