Juiz é encontrado morto dentro de carro em chamas no interior de SP

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Gustavo de Castro Campos encontrado morto –

O juiz Gustavo de Castro Campos, do Tribunal de Justiça de São Paulo, foi encontrado morto dentro de um carro em chamas na noite da última quarta-feira, na área rural de São João da Boa Vista, no interior do estado. O magistrado atuava na Comarca de Mococa.

Segundo informações divulgadas pelo Metrópoles, o veículo foi localizado por volta das 19h15 por trabalhadores rurais que estavam utilizando uma retroescavadeira. Eles usaram terra para controlar as chamas e encontraram o corpo carbonizado dentro do automóvel.

Uma carteira de habilitação em nome do juiz foi localizada no veículo. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros atenderam à ocorrência.

A Polícia Civil vai investigar as circunstâncias da morte. O caso foi registrado como morte suspeita.

Quem era o juiz

Gustavo de Castro Campos era formado em Direito pelo Centro Universitário Braz Cubas e tinha duas especializações. Antes de ingressar na magistratura, trabalhou por cerca de dez anos como advogado e também atuou como delegado da Polícia Civil no Espírito Santo.

Ele ingressou na Justiça capixaba como juiz substituto em 2014 e, posteriormente, passou a integrar o Tribunal de Justiça de São Paulo, onde atuava havia cerca de 12 anos.

Ao longo da carreira no TJSP, Campos foi juiz nas comarcas de Tambaú, Leme e Mococa, onde trabalhava atualmente.

Segundo o Metrópoles, o magistrado também já havia respondido a um processo relacionado a uma suposta ofensa à honra de um advogado. O Órgão Especial do TJSP concluiu que a acusação não se sustentava e arquivou o caso.

Resumo

Morte: O juiz Gustavo de Castro Campos, do TJSP, foi encontrado morto dentro de um carro em chamas na área rural de São João da Boa Vista (SP).

Investigação: Trabalhadores rurais localizaram o veículo e ajudaram a apagar o incêndio. A Polícia Civil registrou o caso como morte suspeita e vai investigar as circunstâncias.

Carreira: Campos atuava na Comarca de Mococa e integrava o TJSP havia cerca de 12 anos. Antes, foi advogado e delegado da Polícia Civil no Espírito Santo.

Com informações do Portal Metrópoles. 



Fonte:A Rede PG