Apesar do aumento da renda, os jovens enfrentam dificuldades em converter esse ganho em melhorias reais nas suas condições de vida. A dívida média dos jovens inadimplentes passou de R$ 2 mil em 2020 para R$ 3,6 mil em 2026, conforme dados da Serasa. Essa disparidade entre renda e custo de vida tem pressionado milhões de brasileiros que entram na vida adulta já sobrecarregados por um elevado nível de endividamento.
A proposta de retomar o escambo, portanto, surge como uma resposta à crise econômica atual e à dificuldade que a juventude enfrenta para equilibrar suas finanças, refletindo uma busca por soluções alternativas em um cenário de crescente instabilidade financeira.