Jornal Cândido debate o uso da Inteligência Artificial na produção literária

A edição de janeiro/fevereiro do jornal Cândido explora como a Inteligência Artificial impacta a literatura.
Foto: Governo do Paraná
Foto: Governo do Paraná

Na edição de janeiro e fevereiro do jornal Cândido, o impacto da Inteligência Artificial (IA) na produção literária é discutido. Os repórteres Felipe Azambuja e Isa Honório conversaram com escritores, editores e especialistas para entender as repercussões desse fenômeno recente, que surgiu em 2022. A reportagem também traz sugestões de livros sobre IA, incluindo obras dos entrevistados.

A entrevista principal é com o escritor Pedro Lucca, que acaba de lançar seu livro de estreia, "Tijolos & Babel". O multiartista Fausto Fawcett contribui com o texto “O Suco da Laranja Mecânica é Água Viva” em sua coluna. Na seção Literatura, Caetano Negrão publica um trecho de seu romance "Marginal", que aborda a desigualdade social na cultura brasileira, e inclui uma introdução do autor sobre o ato de escrever.

O ensaio “Manter o mundo seguro para a Poesia” de Luna Madsen, analisa a vida e o trabalho da poeta Anne Waldman. Além disso, Betina Juglair publica o conto “Borbotos”, que venceu a categoria de Literatura na Mostra Nacional de Jovens Criadores em Portugal, e Julia Mateus apresenta um poema inédito de seu trabalho "Cartografia do Não-lugar".

Na seção de Artes Visuais, o jornal apresenta uma charge da quadrinista Babi Ribeiro, inspirada em Stephen King. A arte da capa é um recorte de “As Tentações de Santo Antão”, de Hieronymus Bosch, com intervenções do designer Iuri de Sá, que destaca a capacidade humana de criar imagens complexas, contextualizando a pauta principal da edição.