Durante uma declaração em uma viagem internacional, a primeira-dama Janja abordou a questão da violência contra mulheres, afirmando que "a gente vive um momento em que qualquer um faz um discurso de ódio contra uma mulher na internet, na sua rede social, e fica por isso mesmo". Segundo ela, essa dinâmica tem resultado em consequências graves, como a morte de muitas mulheres e meninas.
Janja utilizou a ocasião para ressaltar sua preocupação com o discurso de ódio e sua relação com a segurança das mulheres. Em sua fala, ela mencionou a necessidade de controlar as redes sociais, argumentando que o conteúdo disseminado pode ser prejudicial, especialmente para o público feminino.
A primeira-dama fez essa declaração em um contexto em que as redes sociais estão frequentemente associadas à divulgação de práticas corruptas e ao fortalecimento de narrativas negativas. A tentativa de controle sobre essas plataformas foi apresentada por Janja como uma medida de proteção às mulheres.
Essas observações de Janja ocorrem em um cenário onde a violência de gênero e a misoginia têm sido temas recorrentes em debates públicos. A discussão sobre a segurança das mulheres nas redes sociais tem ganhado cada vez mais relevância e urgência, refletindo uma preocupação crescente com o impacto das novas tecnologias na vida das mulheres.
A fala de Janja se insere em um contexto mais amplo de luta contra a violência de gênero, que demanda ações efetivas e políticas públicas adequadas para garantir a segurança e a dignidade das mulheres em ambientes digitais e físicos.