Homem é preso por tráfico de drogas em laboratório clandestino no Cajuru

Um jovem foi detido em Curitiba após tentativa de suborno a policiais durante abordagem em laboratório de maconha. Ele pediu ao irmão que assumisse a responsabilidade pelos entorpecentes.
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Na manhã desta quarta-feira (7), um jovem de 21 anos foi preso em flagrante por tráfico de drogas no bairro Cajuru, em Curitiba. A detenção ocorreu após a Polícia Militar encontrar um laboratório clandestino que era utilizado para o preparo e embalagem de maconha. Durante a abordagem, o suspeito tentou oferecer dinheiro aos agentes para evitar a prisão e pediu que seu irmão assumisse a posse da droga apreendida.

A soldado Estigara, da Companhia Operacional de Recobrimento Preventivo (CORP), da Polícia Militar do Paraná (PMPR), informou que o local abrigava uma estrutura dedicada ao fracionamento e à distribuição de drogas na capital paranaense. A operação resultou na apreensão de uma quantidade significativa de entorpecentes, que incluía diferentes tipos de maconha, já embalados para venda.

Conforme relatos da soldado, no imóvel foram encontrados diversos produtos, incluindo variedades de flores, sabores distintos de maconha e extratos. O jovem, durante a abordagem, admitiu que estava comercializando as drogas, revelando que adquiria as substâncias em grandes quantidades, realizava o fracionamento e as revendia a usuários a preços elevados.

"Ele afirmou para a equipe que fazia a compra dessas substâncias em quantidade, realizava o fracionamento e depois revendia aos usuários com preço superfaturado", detalhou Estigara ao repórter Marcelo Borges, da Ric RECORD.

Além de tentar subornar os policiais, o jovem pediu ao irmão que assumisse a responsabilidade pelas drogas, alegando que ele era réu primário, o que, segundo ele, poderia facilitar sua situação. O policial Prado classificou essa tentativa como um "extremo ato de covardia", ressaltando que o jovem tentava empurrar a culpa para o irmão, que é trabalhador.

Após a ocorrência, o jovem foi encaminhado à Central de Flagrantes de Curitiba, onde foram realizados os procedimentos legais necessários. Ele permanece à disposição da Justiça.