A Polícia Federal concluiu que as declarações de Flávio Bolsonaro configuram crime de calúnia ao atribuir falsamente ao presidente crimes graves, como envolvimento com o tráfico internacional de drogas. O delegado Antônio Carlos Knoll, responsável pela apuração, informou ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, que Flávio recebeu a intimação, mas optou por se manifestar por escrito.
Recentemente, a Polícia Federal cancelou o depoimento após a defesa do senador protocolar uma petição solicitando novas diligências. Os advogados de Flávio argumentam que a publicação realizada em janeiro de 2026 não é crime. Em julho, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, solicitou que Flávio Bolsonaro prestasse depoimento sobre o caso, mencionando que uma retratação pública poderia isentá-lo de possíveis consequências legais.
A situação continua a gerar repercussões, especialmente em um momento em que Flávio se posiciona como pré-candidato à Presidência, o que pode influenciar seu envolvimento em questões políticas e jurídicas.