FIFA busca parcerias comerciais para a Copa do Mundo de 2026

A FIFA planeja aumentar os lucros da Copa do Mundo de 2026, que gerou R$ 81 bilhões, com a venda de parte do torneio a investidores, incluindo contatos com aliados de Donald Trump. Gianni Infantino, presidente da entidade, busca modernizar a competição e já se prepara para 2030.
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A Copa do Mundo de 2026 será marcada por um foco nas relações comerciais, com a FIFA planejando vender parte do torneio a investidores privados. A competição já trouxe cerca de R$ 81 bilhões para a entidade, e o objetivo é potencializar ainda mais os lucros nas próximas edições. Entre os interessados, estão empresários relacionados a Donald Trump, ex-presidente dos Estados Unidos.

Enquanto os atletas se destacam em campo, a dinâmica empresarial se intensifica. A interação entre Gianni Infantino, presidente da FIFA, e Donald Trump exemplifica o equilíbrio buscado entre o esporte e os negócios durante a Copa do Mundo de 2026. A FIFA está em busca de modernizar o torneio, o que inclui negociações com diversos investidores, com a intenção de definir parcerias que serão relevantes até 2030.

Infantino, reeleito para presidir a FIFA até 2027, planeja concorrer novamente ao cargo no próximo ano. Caso consiga a vitória, continuará no comando da entidade durante a Copa de 2030, que será realizada em Portugal, Espanha e Marrocos, com homenagens especiais à Argentina e Uruguai, em celebração ao centenário da competição.

A venda de parte da Copa do Mundo permitirá que Infantino atue como um comissário para esses novos investidores, mantendo sua participação ativa na organização do evento. Entretanto, a edição de 2026 não foi isenta de críticas, especialmente em relação ao espetáculo oferecido durante a final.

Artistas como Madonna, Shakira, Justin Bieber e a banda BTS se apresentaram durante o intervalo da final, o que desagradou muitos torcedores que pagaram ingressos que ultrapassaram R$ 10 milhões. A produção do show foi considerada excessiva e mais voltada para a transmissão televisiva do que para a experiência dos presentes no estádio.

Além disso, as apresentações impactaram o desempenho das seleções, como demonstrado pelo prolongamento do tempo que Argentina e Espanha permaneceram no vestiário, com 30 minutos de espera, o dobro do habitual em competições normais. A FIFA não se pronunciou sobre as críticas recebidas em relação a esses aspectos da competição.