A família de Almir de Brum divulgou um apelo à opinião pública do Paraguai após três semanas do seu sequestro. Desde o dia 20 de fevereiro, Almir, que tem 32 anos e é filho de brasileiros, está sob o poder de sequestradores na localidade de Campo Morombí, entre os departamentos de Canindeyú e Caaguazú.
Os captores deixaram uma mensagem assinada pelo Exército do Povo Paraguaio (EPP), que se autodenomina guerrilha. Desde esse dia, não houve mais contato com a família, que solicita uma prova de que Almir continua vivo. Sua esposa, Dolly Rocío Giménez, expressou a angústia da família, afirmando que as crianças perguntam diariamente por ele.
Dolly enfatizou a dificuldade da situação e pediu aos sequestradores que forneçam alguma prova de vida. Os pais de Almir, Valmir e Ivonir de Brum, também participaram do apelo, demonstrando a gravidade da situação.
As autoridades paraguaias trabalham com a hipótese de erro por parte dos sequestradores, já que a família não possui grandes posses financeiras. Militares da Força-Tarefa Conjunta (FTC) seguem mobilizados na região do sequestro em busca de informações sobre o paradeiro da vítima, enquanto o EPP é estimado em até 15 integrantes, com bom conhecimento do terreno.