Eduardo Bolsonaro critica Zé TROVÃO por comentários sobre Jair Bolsonaro

Eduardo Bolsonaro questionou as declarações de Zé TROVÃO, que chamou Jair Bolsonaro de covarde, e o criticou por falta de inteligência e disciplina no PL. O deputado também defendeu candidaturas de seus irmãos e questionou a postura de Ana Campagnolo.
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Eduardo Bolsonaro, deputado federal pelo PL, teceu críticas contundentes ao colega Zé TROVÃO, após este último classificar Jair Bolsonaro como ‘covarde’. Eduardo qualificou TROVÃO de ‘desonesto’ e argumentou que a falta de inteligência de seu colega se torna evidente em um momento tão próximo das eleições.

Zé TROVÃO, por sua vez, fez suas declarações em um contexto onde criticava as ações de Jair Bolsonaro após as eleições de 2022, alegando que estas resultaram na prisão de ‘pessoas inocentes’. Durante uma transmissão ao vivo, Eduardo lembrou que TROVÃO deve sua liberdade ao ex-presidente, já que ele não foi preso após retornar do México, onde foi acusado de incitar mobilizações de caminhoneiros e convocar atos antidemocráticos antes do 7 de setembro de 2021.

O deputado Eduardo destacou que TROVÃO foi colocado em prisão domiciliar e passou a utilizar tornozeleira eletrônica, reiterando que suas falas refletem uma falta de disciplina no partido. Ele ainda caracterizou o PL como um “bando de loucos” por não ter tomado medidas contra o comportamento de TROVÃO, que, segundo ele, não recebe nem uma advertência verbal por suas atitudes.

Na mesma transmissão, a figura de Ana Campagnolo, também deputada pelo PL-SC, foi alvo de críticas. Eduardo Bolsonaro questionou sua falta de apoio à candidatura de Carlos Bolsonaro ao Senado por Santa Catarina, mencionando que ela frequentemente critica Carlos por não ser catarinense, apesar de ter apoiado um candidato paulista para a câmara municipal em Florianópolis anteriormente.

Eduardo, ao refletir sobre a derrota de Jair Bolsonaro nas eleições para o presidente Lula, expressou que o ex-presidente deveria ter aceitado a derrota, seguido para os Estados Unidos e se concentrado na campanha para 2026. Ele enfatizou que a recusa em aceitar o resultado gerou consequências sérias, como a prisão de diversas pessoas que participaram de atos em apoio ao ex-presidente. "Não podia ter feito aquilo porque hoje tem milhares de pessoas presas por ter feito aquilo", disse Eduardo, reafirmando que essa postura não é aceitável.

Assim, as tensões internas no PL se acentuam à medida que as próximas eleições se aproximam, e as divergências entre os membros do partido tornam-se cada vez mais evidentes, refletindo um ambiente político conturbado e polarizado.