Manter a bateria do smartphone carregada virou um hábito quase automático para muita gente. É comum chegar em casa à noite, conectar o aparelho na tomada e deixar carregando até a manhã seguinte, sem pensar no tempo necessário para a carga completa ou no calor gerado durante esse processo. Esse costume pode acabar prejudicando o aparelho em vez de ajudar a preservar sua vida útil.
Existem registros de celulares que pegaram fogo enquanto estavam carregando, criando situações de risco. Por esse motivo, o quarto não é o local mais indicado para recarregar o telefone, especialmente durante o sono. Mesmo quando não há sinais visíveis de problema, deixar o aparelho conectado por tempo demais pode causar danos internos. O carregamento prolongado gera acúmulo de calor, que afeta componentes sensíveis e compromete o desempenho ao longo do tempo.
Um dos principais erros é manter o celular no carregador continuamente. Esse hábito provoca estresse térmico desnecessário, o que acelera a perda de capacidade da bateria.
O superaquecimento pode ocorrer por vários fatores, como carregar o aparelho em um ambiente quente ou utilizar cabos e carregadores de baixa qualidade, que podem fornecer energia de forma inadequada e gerar mais calor do que o recomendado.
A quantidade de calor produzida durante o carregamento varia de acordo com o modelo e a categoria do aparelho. Smartphones mais avançados, com processadores mais potentes, tendem a aquecer mais do que modelos básicos. Para reduzir esse aquecimento, alguns especialistas recomendam retirar a capa protetora antes de conectar o telefone à tomada, principalmente se ela for espessa, pois pode dificultar a dissipação do calor.
Outra orientação comum é desconectar o aparelho assim que ele atinge 100% de carga. Mesmo após a bateria estar cheia, o smartphone continua consumindo pequenas quantidades de energia para manter esse nível, o que contribui para o aumento da temperatura interna.
Também é aconselhável evitar o uso do celular enquanto ele está carregando. Embora tarefas simples não representem grande problema, jogos pesados e aplicativos que exigem muito do processador aumentam a geração de calor durante o carregamento.
Os próprios sistemas dos smartphones oferecem recursos pensados para preservar a bateria. No Android, há o carregamento adaptativo, enquanto no iPhone existem funções como o carregamento otimizado e o limite de carga. Esse último permite interromper o carregamento ao atingir cerca de 80% ou outro valor definido pelo usuário, reduzindo o desgaste da bateria ao longo do tempo.
O carregamento otimizado, por sua vez, analisa os hábitos de uso do usuário e aprende em que horário o aparelho costuma ser desconectado da tomada. Com base nisso, o sistema ajusta a velocidade de carregamento, evitando manter a bateria em níveis máximos por longos períodos.
Embora haja debate sobre a real eficácia de limitar a carga máxima, muitos usuários defendem essa prática como uma forma eficiente de retardar a degradação da bateria.
Independentemente da preferência, essas funções oferecem benefícios práticos. Ao reduzir a potência do carregamento em determinados momentos, o aparelho aquece menos e sofre menos desgaste interno. Com isso, o smartphone tende a manter um bom desempenho e uma bateria mais saudável por mais tempo, prolongando sua vida útil no dia a dia.
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Fonte:Paraná Jornal