A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado enviou dois pedidos ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) para que a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático da empresa Maridt seja reestabelecida.
Os parlamentares argumentam que a medida de suspender a quebra de sigilo foi um erro e que a comissão tem poderes de investigação próprios das autoridades judiciárias.
O presidente da CPI, Fabiano Contarato, escreveu que a quebra de sigilo é necessária para que a comissão possa investigar de forma eficaz.
O ministro Gilmar Mendes havia suspendido a medida, justificando que a Comissão ultrapassou limites e não apresentou ligação concreta entre a produtora e as investigações sobre facções criminosas.