O Coritiba se prepara para um importante confronto contra o Grêmio neste domingo (26), em jogo que integra a 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. O estádio da Arena, palco de uma das coletivas mais polêmicas da história recente do clube paranaense, traz à tona lembranças amargas para os torcedores.
Em 2023, o Coritiba entrou na temporada com grandes expectativas após receber a aprovação para se tornar SAF, antes mesmo da venda para a Treecorp. O clube fez a maior janela de transferências de sua história, trazendo jogadores como Marcelino Moreno, Victor Luis, Kuscevic, Bruno Viana e Liziero. No entanto, as promessas não se concretizaram e a equipe teve um desempenho abaixo do esperado.
Logo no início do Brasileirão, Antônio Carlos Zago, então técnico da equipe, expressou preocupação com o rendimento do time. Sem vitórias nas primeiras partidas, o Coritiba acumulou apenas quatro pontos e se viu afundado na zona de rebaixamento. A situação culminou em uma derrota por 5 a 1 para o Grêmio na 12ª rodada, um marco negativo que acentuou a crise no clube.
Após essa partida, Zago concedeu uma coletiva que ficou marcada pela sua crítica contundente à formação do elenco, compartilhando a responsabilidade com a diretoria. Ele afirmou: "Primeiro, a culpa é de quem construiu o grupo. Quem montou esse grupo é o maior culpado… Se contratou errado, o responsável TAMBÉM tem que assumir essa culpa. Ela não pode ser apenas do treinador."
A goleada sofrida TAMBÉM foi relembrada por Alef Manga, ex-atacante do Coritiba, que em uma entrevista destacou a falta de comprometimento de alguns jogadores durante a partida. Ele mencionou que a equipe parecia desmotivada e que a postura em campo contribuiu para a derrota.
Atualmente, o cenário é bem diferente. Após um 2023 desafiador, o Coritiba conseguiu se recuperar e, em 2024, enfrentou dificuldades na Série B, mas, em 2025, deu a volta por cima, conquistando o título da segunda divisão e registrando a segunda melhor defesa da competição.