Cabeça d’água: orientações para não correr riscos em rios e cachoeiras

Corpo de Bombeiros reforça alerta para os riscos de cabeças d’água em rios, cachoeiras e áreas naturais
Cabeça d'água em rios e cachoeiras — Foto: Governo do Paraná
Cabeça d'água em rios e cachoeiras — Foto: Governo do Paraná

Diante do período mais chuvoso do ano, o Corpo de Bombeiros Militar reforça o alerta para os riscos de cabeças d’água em rios, cachoeiras e áreas naturais. Janeiro concentra os maiores volumes médios de chuva do ano no Paraná, especialmente no Litoral.

A cabeça d’água é caracterizada pelo aumento repentino do volume e da velocidade da água em rios, córregos e cachoeiras. O fenômeno ocorre, principalmente, em razão de chuvas intensas nas partes mais altas das bacias hidrográficas, comuns no verão.

Alguns sinais podem indicar a formação de uma cabeça d’água antes mesmo da chegada da onda de cheia, como a mudança repentina da cor da água, a presença de galhos, folhas e espuma descendo pelo rio, o aumento da velocidade da correnteza e um ruído mais intenso da água.

Ao perceber qualquer alteração no nível da água ou na força da correnteza, a orientação é sair imediatamente do leito do rio e buscar um local alto e seguro. Não se deve tentar atravessar o curso d’água, recolher objetos ou retornar para pegar pertences.