O Governo dos Estados Unidos anunciou, nesta quarta-feira, o congelamento da emissão do visto americano para cidadãos de 75 nações, incluindo o Brasil. Além do Brasil, a lista também inclui países como Rússia, Irã, Colômbia, Uruguai e Tailândia.
A medida foi confirmada pelo Departamento de Estado norte-americano após uma publicação da imprensa americana. A lista de países impactados inclui, entre outros, Iêmen, Afeganistão, Albânia, Argélia, Antígua e Barbuda, Armênia, Azerbaijão, Bahamas, Bangladesh, Barbados, Belarus, Belize, Butão, Bósnia, Mianmar, Camboja, Camarões, Cabo Verde, Costa do Marfim, Cuba, República Democrática do Congo, Dominica, Egito, Eritreia, Etiópia, Fiji, Gâmbia, Geórgia, Gana, Granada, Guatemala, Guiné, Haiti, Irã, Iraque, Jamaica, Jordânia, Cazaquistão, Kosovo, Kuwait, Quirguistão, Laos, Líbano, Libéria, Líbia, Macedônia, Moldávia, Mongólia, Montenegro, Marrocos, Nepal, Nicarágua, Nigéria, Paquistão, República do Congo, Rússia, Ruanda, São Cristóvão e Névis, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, Senegal, Serra Leoa, Somália, Sudão do Sul, Sudão, Síria, Tanzânia, Tailândia, Togo, Tunísia, Uganda, Uruguai e Uzbequistão.
A suspensão do visto americano ocorre em meio a uma nova estratégia de defesa e política externa do governo, apresentada no final de 2025. Analistas apontam que a iniciativa faz parte de um endurecimento das políticas anti-imigração, focando agora na restrição da entrada legal de estrangeiros e na concessão de novos documentos de viagem ao longo de 2026.
Além do congelamento, o memorando indica novos critérios de saúde que podem barrar a entrada de visitantes. Estudantes também enfrentam regras mais rígidas, como a necessidade de desbloquear perfis em redes sociais para análise prévia do governo.