Barcelona busca alternativas após recusas por atacante

Com a saída de Robert Lewandowski, o Barcelona tenta reforçar seu ataque para a temporada 2026/27. O clube catalão mantém Julián Alvarez como prioridade, mas já considera outras opções após ofertas rejeitadas.
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A temporada 2026/27 do Barcelona terá início em 23 de agosto, quando a equipe enfrenta o Elche na primeira rodada de La Liga. Com a recente saída do atacante Robert Lewandowski para o Chicago Fire, da MLS, o clube catalão está em busca de um novo centroavante para o comando do técnico Hansi Flick.

O argentino Julián Alvarez, do Atlético de Madrid, continua sendo o principal alvo do Barça. No entanto, as negociações têm se mostrado desafiadoras, já que o time da capital espanhola resiste em liberar o jogador. Diante desse cenário, o Barcelona começa a considerar outras opções, entre elas Eli Junior Kroupi, atacante do Bournemouth, da Inglaterra.

Conforme informações, o Barcelona já fez duas propostas ao Bournemouth, ambas abaixo de € 100 milhões (cerca de R$ 583 milhões), mas viu suas tentativas serem rejeitadas. Kroupi, que se destacou na última temporada, chamou a atenção de diversos clubes europeus, incluindo o Manchester City, que demonstrou interesse em obter mais informações sobre o jogador. Avaliado em aproximadamente 70 milhões de euros (R$ 407 milhões), Kroupi tem 1,79 m de altura e possui um estilo de jogo bastante dinâmico, tendo anotado 13 gols em 35 partidas na última temporada.

Enquanto busca alternativas, o Barcelona não perde de vista Julián Alvarez, que é considerado uma contratação dos sonhos pelo presidente Joan Laporta. A equipe ainda tenta concretizar a aquisição do atacante de 26 anos, após ter encaminhado uma proposta de € 100 milhões ao Atlético de Madrid. A expectativa do Barcelona é que a insatisfação de Alvarez em permanecer nos Colchoneros possa facilitar a transferência, especialmente após o jogador expressar o desejo de deixar o clube para realizar seus objetivos, conforme declarado durante a Copa do Mundo de 2026.

Além das movimentações no mercado, a seleção espanhola conquistou o título mundial, consolidando-se como campeã pela segunda vez. O time, sob a liderança de Luis de La Fuente, demonstrou um controle notável do jogo, mantendo a posse de bola em 65% do tempo na final contra a Argentina. Essa conquista reafirma a eficácia do estilo de jogo espanhol, que se mantém relevante no cenário internacional.