Augusto Lima teria articulado contatos com deputados baianos do PT antes de Vorcaro

O ex-sócio de Vorcaro, Augusto Lima, atuava em ligações e negociações com políticos do Partido dos Trabalhadores na Bahia, conforme levantamentos recentes. Em paralelo, o Banco Central decretou liquidação extrajudicial do Banco Pleno, ligado ao grupo Master, e o STF enfrenta crise interna por suspeitas de gravação irregular.
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Augusto Lima, ex-sócio de um dos envolvidos no caso Banco Master, ocupava posição estratégica em articulações com políticos do PT no estado da Bahia. O envolvimento de Lima em contatos com figuras do partido foi destacado em investigações recentes, ainda em desenvolvimento.

Em outro desdobramento do escândalo, o Banco Central anunciou a liquidação extrajudicial do Banco Pleno, antigo Voiter, vinculado ao mesmo grupo. Esse processo, decretado recentemente, reforça a dimensão financeira das irregularidades investigadas.

Além disso, o STF está no centro de uma crise interna após suspeitas de que o ministro Edson Fachin teria gravado reuniões secretas. A situação envolve questionamentos sobre transparência no tribunal e ameaças de repercussão em eleições.

A Polícia Federal também expandiu o foco das investigações, indicando novos impactos no caso contra o grupo Master e seus associados.