Neste domingo, o Athletico teve uma postura defensiva ao enfrentar o Palmeiras no Allianz Parque, adotando uma formação que priorizava a marcação. A equipe, orientada a se defender com uma linha de quatro jogadores na retaguarda e cinco à frente, aguardava uma oportunidade para contra-atacar. Essa estratégia, apesar de ser a recomendada pelo treinador Odair Hellmann, parecia mais um reflexo do medo que o poder do Palmeiras exerce em casa.
No primeiro tempo, mesmo com uma forte presença defensiva composta por Jadson, Luiz Gustavo, Dudu, Portilla e Mendoza, o Athletico não conseguiu evitar a pressão do Palmeiras. Apesar de dominar a posse de bola, a equipe da casa não conseguiu concretizar suas oportunidades em gol. A abertura do placar ocorreu aos 15 minutos, quando Gustavo Gómez, em um escanteio, subiu livre para cabecear e vencer o goleiro Santos.
A situação do Athletico se complicou ainda mais com a expulsão de Murilo logo no início do segundo tempo, aos dois minutos. Com um jogador a mais, o Palmeiras teve ainda mais controle sobre o jogo, enquanto o Athletico tentava se reorganizar. A equipe rubro-negra passou a ter mais posse de bola, mas a ausência de qualidade técnica individual se tornou evidente frente à sólida defesa palmeirense, a menos vazada do Brasileirão.
Enquanto o Palmeiras buscava reequilibrar a partida com as entradas de Vitor Roque e Lucas Evangelista, o Athletico viu suas últimas esperanças se esvair com as tentativas de Leozinho e Renan Peixoto. O jogo TAMBÉM foi marcado por uma decisão polêmica de arbitragem: o árbitro, após marcar um pênalti por uma suposta falta de Benedetti em Viveros, recuou ao consultar o VAR, que desconsiderou a penalidade.
A derrota por 1 a 0 foi considerada compreensível, dadas as circunstâncias da partida e a diferença técnica entre as equipes. O resultado reflete a realidade do Athletico, que, apesar de ter tentado, não conseguiu superar o domínio do Palmeiras no Allianz Parque.