Nesta terça-feira (15/9), o Supremo Tribunal Federal (STF) realizará uma sessão para julgar um pedido de investigação envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, no contexto do Caso Master. A presidência do STF, sob a liderança de Edson Fachin, estabeleceu restrições significativas para o acesso ao plenário durante o julgamento.
De acordo com informações obtidas, cada ministro do Supremo poderá levar apenas até três assessores para acompanhar a sessão. Essa determinação foi comunicada aos gabinetes dos ministros na segunda-feira (14/9), um dia antes do julgamento previsto.
Além da limitação no número de assessores, também foi imposto um veto ao uso de celulares dentro do plenário. Essa restrição se aplica não só aos assessores, mas também a outras pessoas que estão autorizadas a assistir à sessão presencialmente.
Essas medidas visam garantir a ordem e a segurança durante um julgamento que promete atrair grande atenção, dada a relevância do caso e a figura envolvida. O Caso Master, que já gerou debates acalorados, coloca em evidência questões delicadas no cenário político e jurídico do país.
A expectativa é que a sessão de julgamento ocorra em um ambiente controlado, refletindo a importância e a seriedade do processo. As restrições anunciadas são uma resposta à necessidade de manter a integridade e a concentração durante o exame do pedido de investigação contra Moraes.