O Instituto Água e Terra (IAT) fechou dois pontos de acesso impróprios no Parque Estadual Pico Paraná, localizado entre Campina Grande do Sul e Antonina, para aprimorar a segurança no espaço. A medida visa garantir que os visitantes entrem e circulem apenas por locais adequados da unidade, evitando potenciais situações de emergência e garantindo um controle maior do fluxo de frequentadores pelo IAT.
A medida foi tomada após a instalação de uma cerca e uma placa de sinalização em um acesso secundário irregular no começo da trilha da UC, na sexta-feira (9). No domingo (11), o IAT cercou um ponto próximo ao Pico Paraná que havia sido utilizado pelo jovem de 20 anos que se perdeu no parque e ficou cinco dias desaparecido no começo do ano.
O Parque Estadual Pico Paraná é um complexo ambiental que abriga o maior pico da região Sul do País, com 1.877,39 metros de altitude. A UC possui cinco picos e um morro que, para serem alcançados, precisam de uma caminhada que varia entre 3,5 km a 10 km.
O parque abriga uma grande diversidade de fauna e flora nativas, incluindo mais de 71 espécies de animais, como bugios, serelepes, pacas, ouriços, quatis, cutias e jaguatiricas, além da onça-pintada e da suçuarana, ameaçadas de extinção.