Prefeitura de Fernandópolis, no interior, já afastou professora acusada de assediar sexualmente 2 alunos, de 10 e 12 anos, nas redes sociais –
A Polícia Civil investiga uma professora de uma escola municipal da cidade de Fernandópolis, no interior de São Paulo, suspeita de assediar alunos, meninos de 10 a 12 anos, por meio de rede social e chamadas de vídeo.
A Prefeitura de Fernandópolis recebeu denúncias de que a servidora estaria mantendo contato para fins pessoais com estudantes da Escola Municipal Dr. Alberto Senra por meio das redes sociais e registrou um boletim de ocorrência. A administração municipal informou que ela foi afastada das funções.
De acordo com o documento, a suspeita surgiu após uma funcionária da escola ouvir as crianças, que têm entre 10 e 12 anos, comentando sobre as mensagens trocadas entre alunos e a professora.
A mãe de um dos menores teve acesso ao conteúdo e percebeu que as conversas tinham teor sexual. Ainda segundo o registro policial, em uma das ocasiões, a docente teria convidado os estudantes para irem ao cinema e, depois, para um motel.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP), informou que capturas de tela de conversas e áudios atribuídos à professora já foram entregues à polícia.
A pasta disse ainda que o caso foi registrado nessa quarta-feira (21/10) na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) do município como tentativa do crime previsto no artigo 241-D do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Com informações do Metrópoles.
RESUMO
Investigação e denúncia: A Polícia Civil investiga uma professora de uma escola municipal em Fernandópolis (SP) suspeita de assediar alunos de 10 a 12 anos através de redes sociais e chamadas de vídeo com teor sexual.
Afastamento e condutas graves: A suspeita surgiu após relatos dos próprios alunos e a verificação de mensagens por uma das mães, que revelaram até mesmo um convite da docente para levar os estudantes ao cinema e, em seguida, a um motel; a prefeitura afastou a servidora de suas funções.
Provas e registro policial: Imagens de conversas e áudios atribuídos à professora foram entregues à polícia, e o caso foi registrado na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) com base no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Fonte:A Rede PG