TSE busca estratégias para reduzir abstenção no segundo turno das eleições

O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, anunciou planos para diminuir a abstenção de eleitores, que alcançou 21,08% no primeiro turno, representando 33,4 milhões de faltosos. A meta é intensificar mecanismos para melhorar a participação nas próximas eleições.
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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, anunciou neste domingo (4 de outubro de 2026) que o órgão irá se empenhar para reduzir a abstenção de eleitores no segundo turno das eleições. A taxa de abstenção no primeiro turno foi de 21,08%, o que equivale a cerca de 33,4 milhões de eleitores que não compareceram às urnas.

Kassio Nunes Marques destacou que a abstenção acima de 20% não é aceitável e que a intenção é aprimorar todos os recursos disponíveis para minimizar esse índice na próxima fase da votação. Ele ressaltou a importância de mobilizar a população para que mais cidadãos exerçam seu direito ao voto.

Os dados do primeiro turno também revelaram que 2,2 milhões de votos foram em branco e 3,6 milhões foram considerados nulos. O total de eleitores que compareceram às urnas foi de 125 milhões, enquanto o eleitorado apto a votar somou 158,7 milhões.

Este percentual de 21,08% de abstenção representa a maior taxa desde 1998, quando a Justiça Eleitoral registrou 21,5%. Comparando com as eleições presidenciais de 2022, onde a abstenção foi de 20,95% no primeiro turno, a situação atual exige ações mais efetivas para reverter o quadro.

A expectativa do TSE é que, com o fortalecimento das estratégias, a participação dos eleitores no segundo turno seja mais expressiva, contribuindo para a legitimidade do processo eleitoral e refletindo a vontade popular nas decisões políticas do país.