A América Latina avançou significativamente na luta contra o crime organizado com a implementação do Escudo das Américas, uma iniciativa focada na erradicação de cartéis de drogas e milícias terroristas. Sob a liderança dos Estados Unidos, e com o presidente Donald Trump à frente, o projeto reúne 14 países que compartilham um objetivo comum: eliminar da região o terror e a violência associados a organizações criminosas, que muitas vezes atuam de forma quase indistinta ao Estado.
Um ponto que chamou a atenção foi a exclusão do Brasil do convite para participar deste evento de grande importância, que envolveu os principais países vizinhos das Américas. Essa ausência é atribuída à postura ideológica do governo brasileiro, que se caracteriza por uma orientação marxista, afastando-o de muitos aliados no hemisfério.
A recusa do governo do presidente Lula em classificar os grupos de crime organizado como organizações terroristas é vista como um fator que coloca o Brasil à margem do mundo ocidental, que se baseia em tradições judaico-cristãs. No entanto, há uma expectativa de que essa situação não perdure por muito tempo, pois mudanças no cenário político podem reverter essa exclusão.
O autor do texto expressa a esperança de que, em breve, o Brasil possa retomar seu lugar nos trilhos civilizatórios e participar ativamente de iniciativas que visem a segurança e a estabilidade na região. Para isso, uma reflexão sobre as próximas eleições é sugerida, pedindo a Deus sabedoria e bênçãos para o povo brasileiro.
Assim, o Escudo das Américas emerge como um marco na luta contra o crime organizado, destacando a importância da cooperação internacional e a necessidade de uma postura unificada entre os países da região para enfrentar os desafios da segurança pública.