Durante o atendimento da ocorrência, a mãe confessou de forma informal que havia divulgado e vendido imagens da criança para um homem de Guaratuba, também localizado no litoral. Apesar da confissão, a equipe policial não conseguiu efetuar a prisão da mulher. A análise dos celulares não revelou as imagens, pois os arquivos haviam sido apagados de um grupo em um aplicativo de mensagens instantâneas.
A denúncia não foi acompanhada por provas materiais, uma vez que o responsável por relatar o caso não havia salvo as fotos. Esse fator complicou a situação, pois a legislação vigente não permitiu que a PMPR realizasse a prisão em flagrante.
A situação se agravou com a agitação da comunidade, que chegou a ameaçar invadir a residência da investigada. Para garantir a segurança da mulher, a Polícia Militar a retirou do local sob forte escolta e a acompanhou até a rodoviária de Matinhos.
O caso está sob investigação da Polícia Civil do Paraná (PCPR), que confirmou a abertura de um procedimento para apurar os fatos. Em nota, a PCPR destacou que a mulher não foi levada a uma unidade policial e que a apreensão do celular poderia ocorrer apenas mediante entrega voluntária ou por ordem judicial.
A Banda B entrou em contato com a PMPR buscando mais informações sobre o ocorrido e aguarda um retorno.